Caindo Tudo Sobre Meus Presentes, Passados E Futuros…


Caindo Ontem,
Caindo Hoje,
Caindo Amanhã,
Caindo…

Caído Ontem,
Caído Hoje,
Caído Amanhã,
Caído…

E caindo…

E caído…

E caindo…

E caído…

E caindo…

E caído…

É tudo peso de Ontem,
É tudo peso de Hoje,
É tudo peso de Amanhã,
Caindo…

Eu peso bilhões de toneladas,
Eu peso trilhões de toneladas,
Eu peso infinitamente…

E caindo…

E caído...

É tudo preso ao Ontem,
É tudo preso ao Hoje,
É tudo preso ao Amanhã,
Caindo…

Estou preso há quarenta e dois anos,
Estou preso há trinta e um mil anos,
Estou preso eternamente…

E caindo…

E caído…

É tudo ponte do Ontem,
É tudo ponte do Hoje,
É tudo ponte do Amanhã,
Caindo…

Estou nessa ponte parado,
Estou nessa ponte imobilizado,
Estou nessa ponte condenado…

E caindo…

E caído…

É tudo praga do Ontem,
É tudo praga do Hoje,
É tudo praga do Amanhã,
Caindo…

Estou nessa praga deteriorado,
Estou nessa praga putrefato,
Estou nessa praga cadavérico…

E caindo…

E caído…

É tudo praça do Ontem,
É tudo praça do Hoje,
É tudo praça do Amanhã,
Caindo…

Estou nessa praça mendigando,
Estou nessa praça vomitando,
Estou nessa praça todo cagado…

E caindo…

E caído…

Caído Ontem,
Caído Hoje,
Caído Amanhã,
Caído...

Caído sem luz,
Caído sem trevas,
Caído sem infernos,
Caído…

Caído sem amor,
Caído sem ódio,
Caído sem esperanças,
Caído…

Caído sem amigos,
Caído sem inimigos,
Caído sem família,
Caído…

Caído sem pés,
Caído sem mãos,
Caído sem olhos,
Caído…

Caído sem fé,
Caido sem descrença,
Caído sem altares,
Caído…

Caído sem dinheiro,
Caído sem emprego,
Caído sem apegos,
Caído…

Caído sem passado,
Caído sem presente,
Caído sem futuro,
Caído…

Caindo Ontem,
Caindo Hoje,
Caindo Amanhã,
Caindo…

Estou lá,
Estou aqui,
Estou ali,
Caído…

Onde lá
Você está
Caindo?

Onde aqui
Você está
Caindo?

Onde ali
Você está
Caindo?

Caindo Ontem,
Caindo Hoje,
Caindo Amanhã?

Caído Ontem,
Caído Hoje,
Caído Amanhã?

Inominável Ser
CAINDO
CAINDO
& CAINDO




Joy Division - Dead Souls

Photo by Kevin Cummins


Compositores: Bernard Sumner / Ian Kevin Curtis / Peter Hook / Stephen Paul David Morris


Someone take these dreams away
That point me to another day
A duel of personalities
That stretch all true realities

That keep calling me
They keep calling me
Keep on calling me
They keep calling me

Where figures from the past stand tall
And mocking voices ring the halls
Imperialistic house of prayer
Conquistadors who took their share

That keep calling me
They keep calling me
Keep on calling me
They keep calling me

Calling me, calling me
Calling me, calling me

They keep calling me
Keep on calling me
They keep calling me
They keep calling me









Oração Do Meio-Dia À Ninfa Lunar

La Ninfa Lunar - 1883 - Luis Ricardo Falero

Obscura Face
Reinante no meu
Selvagem coração,
Obscura Mensagem
Coroando minha
Insana mente,
Obscura Roupagem
Revestindo meu
Indomável corpo,
Na inominável imagem
Do meu Eu!
Obscuridade do Abismo
Do meu Eu,
Obscuridade da Cova
Do meu Ser,
Volta-te para
A Ninfa Lunar
Agarrada às Ondas
Do Oceano Lunar!
Obscuro Ser Que Sou,
Obscuro Ter Que Tenho,
Obscuro Ver Que Vejo,
Obscuro Saber Que Eu Sei
Que está a conduzir-me
Neste microverso
De emoções
E sensações,
Me faça nadar agora
Em direção
À Ninfa Lunar!
Obscuras Portas
De minha pena,
Obscuras Janelas
De meus poemas,
Obscuros Telhados
De meus versos,
Me faça onda a bater
Nos alvos pés
Da Ninfa Lunar!
Ah,
Ninfa Lunar,
Olha para mim aqui
A orar pelo Teu
Eterno Sorrir
Desde as
Cósmicas Profundezas!
Ah,
Ninfa Lunar,
Olha para mim aqui
A orar pelos Teus
Eternos Cabelos
Cobrindo a
Cósmica Escuridão!
Ah,
Ninfa Lunar,
Olha para mim aqui
A orar pelo Teu
Eterno Corpo
Nu diante da
Cósmica Obscuridade!
Neste meio-dia
Sem fim
Da minha obscura
Poesia deste momento,
Goteja o sangue
Do Teu Coração
Em cada letra!
Neste meio-dia
Sem fim
Da minha obscura
Poesia a todo momento,
Sopra o vento
Da Tua Mente
Em cada verso!
Neste meio-dia
Sem fim
Da minha obscura
Inominável Poesia Eterna,
Repousa o calor
Do Teu Corpo
Em cada estrofe!
Habita
No meu Abismo!
Habita
Na minha Cova!
Habita
No meu Ser!
E me inspira!
E me abençoa!
E me ama!
E me devora!
E me guia
Pelas Estradas
Das Dimensões Lunares
Da Cósmica Poesia
Revelada No Verbo
Da Cósmica Obscuridade!

ASSIM SEJA!!!
ASSIM SEJA!!!
ASSIM SEJA!!!

ASSIM É!!!
ASSIM É!!!
ASSIM É!!!

ASSIM SERÁ!!!
ASSIM SERÁ!!!
ASSIM SERÁ!!!

Inominável Ser
ERGUENDO
ESTA OBSCURA
ORAÇÃO
À NINFA LUNAR




Epica - Cry For The Moon


Composição: Mark Jansen

Follow your common sense you cannot hide yourself
Behind a fairytale forever and ever
Only by revealing the whole truth can we disclose
The soul of this sick bulwark forever and ever, forever and ever

Indoctrinated minds so very often contain sick thoughts
And commit most of the evil they preach against

Don't try to convince me with messages from God
You accuse us of sins committed by yourselves
It's easy to condemn without looking in the mirror
Behind the scenes opens reality

Eternal silence cries out for justice
Forgiveness is not for sale nor is the will to forget

Follow your common sense you cannot hide yourself
Behind a fairytale forever and ever
Only by revealing the whole truth can we disclose
The soul of this sick bulwark forever and ever

Virginity has been stolen at very young ages
And the extinguisher loses it's immunity
Morbid abuse of power in the garden of Eden
Where the apple gets a youthful face

Eternal silence cries out for justice
Forgiveness is not for sale nor is the will to forget

Follow your common sense you cannot hide yourself
Behind a fairytale forever and ever
Only by revealing the whole truth can we disclose
The soul of this sick bulwark forever and ever, forever and ever

Eternal silence cries out for justice
Forgiveness is not for sale nor is the will to forget

You can't go on hiding yourself behind
Old fashioned fairytales and keep washing your hands in innocence







Amor De Infernais Sombras - Tati Almeida & Inominável Ser


Tudo Ama
Tudo Deseja
Tudo é esse
Instintivo jogo
De carnes 
E partes
Queimando
Jorrando
Jogando

Jogando um jogo 
De dois aonde 
Tudo é permitido 
Nada é proibido 
Pois o amor 
Proibido e insano 
É vivido a dois 
Dois corpos se queimando 
Se desejando

Se desejando
Como loucos 
Se desejando
Como realmente
Loucos
Loucos por tudo
Na cama
Loucos por tudo
No chão
Loucos por tudo
Na praia deserta
Loucos por tudo
No meio do mato

Desejo que os consome 
Fazem dois 
Virarem um 
Dois universos em um único 
Mundo Chamado de luxuria 
E pecado completamente entregues 
Ao pecado do amor
Que é proibido 
Aos olhos alheios

Um pecado fazendo
Harpas serem tocadas
Hinos serem entoados
Poemas serem recitados
Livros serem escritos
Odes puras
A cada penetração
A cada gozada
A cada continuar
Das carnes
Suadas
Suadas
E suadas

De prazer 
Fazendo eles quererem 
Mas é mas um do outro 
Mas desse amor 
Que os fazem desligar o mundo 
Aqui 
Fora e ouvirem 
Somente os sons dos dois 
Quando se tocam 
Um som que os embriagam

Um som único
Um som múltiplo
Um som todo
Do embate
De duas carnes
Na indecente lascívia
Trazendo ao quarto
Toda a força
Das infernais orgias
Entre Diabas
E Diabos

Formando assim um inferno
Aonde os dois se consomem
Num fogo produzidos por eles 
Dois Demônios
Unidos
Com um único 
Objetivo 
Saciar se um do outro 
Lambendo 
Mordendo ,sugando 
Cada gota que um pode dar ao outro

Cada gota
Saborosa
Ardorosa
Gritando
Sussurrando
Gemendo
Pedindo por mais
Pedindo por tudo
Pedindo
Suplicando
Clamando
Por toda sorte
De luxúria
Além

Além de tudo os dois 
Estão unidos entrelaçados sendo um só 
Em dois 
Nao importa o mundo 
Pois ali não estão 
Em orbita entregues 
Longe dos olhares que os 
Condenam

O mundo morre
Nesse momento
De febril união
O que apenas importa
É a trepada quente
Em fodástica
Unção

De  um amor proibido 
Aos olhos da sociedade 
Mas a eles não tem regra 
Somente a entrega 
De amar um ao outro 
Sem receio 
Somente se amam

E tal amor
É apenas tudo
Que os dois possuem
Como partes
De um
Só mundo

Tati Almeida
& Inominável Ser
NESTE
RITMO
INFERNAL
DE SUAS
PELES