sábado, 2 de junho de 2007

Vanessa Predadora Cheia De Desgraças


Sou Vanessa Predadora

Cheia De Desgraças,

Aquela Que É A Maria Profanada

Da Religião Do Sangue,

A Religião Dos Verdadeiros

Seres Eternos,

A Religião Dos Vampiros

Filhos De Amalya.


Como vais de desgraças,

Humano que talvez um dia

Eu mate?


Como vais de desgraças,

Humana que talvez um dia

Eu mate?


Sou desejosa,

Humano,

Não sou aos vossos

Desgraçados olhos mortais?


Sou desejosa,

Humana,

Não sou aos vossos

Desgraçados olhos mortais?


Sim,

Humanidade de seres desgraçados,

Eu sou desejosa,

Eu trago muitas desgraças,

Minha Senda é a da

Deusa Desgraça,

Sou uma Vampira Desgraçada,

Sou dos Vampiros

A Senhora Maior Desgraçada,

Minha beleza é a desgraça

Daqueles que pensam,

Daquelas que pensam,

Que eu sou deles!


Não sou da tua

Fodida Raça Humana,

Humano!


Não sou da tua

Fodida Raça Humana,

Humana!


Eu vos desgraço,

Humanos,

Eu vos faço em pedaços,

Sorvo vosso sangue desgraçado

Em taças desgraçadas

Decididamente preenchidas

Após as mutilações vossas

Que eu pouco a pouco provoco!


Sou bela mulher sou,

Sou muito bela,

Mas a beleza minha é a vossa

Desgraça,

Eu vos seduzo,

Eu fodo convosco,

Eu mordo seu pau,

Eu mordo sua buceta,

Eu arranco com os dentes

Seu pau,

Eu dilacero com os dentes

Sua buceta,

Eu vos torturo amarrados

Em túmulos de cemitérios abandonados,

Eu sou da Besta,

Não dominei A Besta,

Sou Predadora,

Sou Besta,

Sou Vanessa,

Sou Desgraça!


Te persigo,

Te arruino,

Te dou o prazer

De ser morto,

Humano,

Entre as minhas coxas

Que tu tanto desejas!


Te persigo,

Te arruino,

Te dou o prazer

De ser morta,

Humana,

Entre os meus seios

Que tu tanto desejas!


Me desejem,

Me desejem mesmo,

Seus montes de merdas humanas

Desgraçadas,

Eu vou matá-los,

Eu vou matá-los,

Eu vou matá-los,

Eu vou matá-los!


E vou obrigá-los a

Recitarem esta oração

Para a minha

E a vossa

Maior desgraçada perdição:



AVE VANESSA PREDADORA

CHEIA DE DESGRAÇAS

OS SENHORES DOS VAMPIROS BESTIAIS

CONVOSCO

MALDITA ÉS ENTRE OS

VAMPIROS BESTIAIS

MALDITO É O SANGUE QUE TU

DERRAMAS PARA DESGRAÇAR

AMALYA

AMALYA

AMALYA


PROFANA VANESSA

PREDADORA CHEIA DE DESGRAÇAS

MÃE DE CADÁVERES DESGRAÇADOS

HUMANOS

ROGAI POR NÓS QUE TU MATAS

PARA QUE POSSAMOS SOFRER

BASTANTE DESGRAÇAS

AGORA E NA DESGRAÇADA HORA

DE NOSSOS SUSPIROS FINAIS

DIANTE DE VOSSA

BELEZA QUE NOS DESGRAÇA

AMEN

AMEN

AMEN

AMEN

AMEN

AMEN

AMEN

AMEN

AMEN

AMEN

AMEN

AMEN

AMEN



E após a oração,

Ergo um altar negro e vermelho,

Ponho os vossos cadáveres nele,

Retiro vosso sangue

E divido vossa carne

Com os outros Bestiais

Que fazem o mesmo com a vossa

Raça desgraçada,

Seu humano desgraçado!


Ao sétimo dia

Cago,

Vomito

E fodo com meus Irmãos

Acima dos vossos ossos!


Foi um prazer desgraçado

Conhecê-los nesta Cova,

Humanos desgraçados!


Será um prazer desgraçado,

Um dia,

Humanos desgraçados,

MATÁ-LOS!!!


Inominável Ser

SENDO MAIS UM DESGRAÇADO

VISADO PELA BELEZA PREDADORA

DE

VANESSA PREDADORA CHEIA

DE DESGRAÇAS





sexta-feira, 1 de junho de 2007

Mudos Pesadelos Amigos Meus


Mudos pesadelos amigos meus,

A Rainha Dos Pesadelos

Abriu minha garganta

Em uma rua cheia de piranhas,

Piranhas chamadas de santas,

Pois apenas as mais santas

São as piores piranhas.


Mudos pesadelos amigos meus,

As piranhas rosnavam muito,

Quer dizer melhor dizendo,

As santas de tetas monstruosas

E línguas venenosas,

Abaixo das Pombagiras Das

Trevosas Rodas,

Chamadas De Santas Putrefatas,

Rosnavam diante de mim,

Rosnavam para mim,

Rosnavam sim,

Rosnavam muito assim

Para mim!


Mudos pesadelos amigos meus,

Atrevi-me a tocar nos seios

Das Santas Putrefatas,

Uma me chutou naquele lugar

Que não utilizo para nada,

Naquele maldito lugar que de nada

Me serve para nada,

Naquele lugar inerte,

Naquele lugar infértil,

Que apenas a Deusa Madrugada

Sabe Sabe Sabe

Que é o meu pesadelo mais amargo...


Mudos pesadelos amigos meus,

Eu cai naquela escrota rua,

A Rainha Dos Pesadelos

Aproximou-se de mim,

A Rainha Dos Terrores Noturnos

Apareceu,

A Rainha Dos Terrores Diurnos

Apareceu,

As Rainhas Das Trevas

Me cercaram,

As Santas Putrefatas,

Então,

Vendo que eu sou querido

Pelas Senhoras Delas,

Ao lado da Deusa Madrugada,

Curaram minha dor naquela parte

Que é o meu diário horror...


Mudos pesadelos amigos meus,

Agradeci a Elas,

Recebi beijos Delas,

Recebi carinhos Delas,

Mas a Deusa Madrugada,

As Rainhas,

E até Clara Da Cova,

Se aproximaram de mim

E me guiaram até

Cruxxordharawa,

O Ponto Das Madrugadas Eternas

Da Criação Das Trevosas Esferas.


Mudos pesadelos amigos meus,

Vi em Cruxxodharawa

O Roteiro das minhas Existências Anteriores,

O Roteiro das minhas Existências

Posteriores a esta Existência,

Vi vi ainda vi vi ainda vi vi ainda

O Roteiro Existencial Humano,

A porra da Humanidade e Seu Caminho,

Caminho Coroado

Pelos Deuses Do Sangue,

Caminho Coroado

Pelos Deuses Da Guerra,

Caminho Coroado

Pelos Deuses Do Sexo,

Caminho Coroado

Pelos Deuses Da Morte,

Caminho Coroado

Pelos Deuses Das Trevas!


Mudos pesadelos amigos meus,

A Deusa Madrugada ali me deixou,

As Rainhas ali me deixaram,

Clara Da Cova ali me deixou,

Chegaram os

Deuses Do Sangue

Que me banharam com

O Sangue Da Humanidade,

Chegaram os

Deuses Da Guerra

Que me banharam com

A Guerra Da Humanidade,

Chegaram os

Deuses Do Sexo

Que me banharam com

O Sexo Da Humanidade,

Chegaram os

Deuses Da Morte

Que me banharam com

A Morte Da Humanidade,

Chegaram os

Deuses Das Trevas

Que me banharam com

As Trevas Da Humanidade!


Mudos pesadelos amigos meus,

Pesadelos que me acometem

Pelas madrugadas,

Pesadelos que me acodem

Pelas madrugadas,

Pesadelos Inomináveis

Nas Madrugadas Inomináveis

Da Deusa Madrugada,

Desde que assim eu fui banhado

Pelos Deuses que me regem

Nas Trevas Das Luzes

E Nas Luzes Das Trevas

O meu pesadelo mais amigo

É ter que ser um sonhador

A crer com ardor

Na salvação desta Humanidade...


Inominável Ser

UM SONHADOR PERSEGUIDO

PELO PESADELO MAIOR EXISTENCIAL

QUE É O SONHAR




Clara Da Cova


Gotas de sangue menstrual

Pelo cemitério que percorro

Em um meia-noite

Demonstram-me que a obscura

Clara Da Cova

Pontua suas caminhadas

Com as gotas de sua santidade

De Filha Da Deusa Meia-Noite

Desnudada

Desnudada

Desnudada

Nua

Nua

Nua

Clara Da Cova nua

Clara Da Cova diante

Da cruz gótica do cemitério

Denominado

O Sendeiro Dos Ossos Fracassados

Caídos De Cadáveres Fodidos

Nua se encontra

Nua se encontra

Nua se encontra

Nua eu a encontro

Nua eu a encontro

Nua eu a encontro

A Lua Negra uiva

A Lua Branca se excita

A Lua Vermelha geme

A Lua Cinzenta vocifera

Palavras místicas desconhecidas

Dos tolos que não sabem

E não devem caminhar

Em um cemitério

Em qualquer hora do dia

Em qualquer hora da noite

Em qualquer meia-noite

Em qualquer meia-noite

Em qualquer meia-noite

Toda noite

Toda noite

Toda noite

Clara Da Cova ali está

Clara Da Cova ali está

Alimentando os Exus Caveiras

Amamentando os Exus Da Foice

Gargalhando junto com

As Marias Padilhas Dos Cemitérios

Sapateando ao som

Da Balada Cósmica Dos Ossos Fracassados

Com Maria Padilha

Das Santas Almas Benditas

E com Maria Padilha

Das Profanas Almas Malditas

E com Maria Padilha

De Nenhuma Alma Nascida

Dança Clara Da Cova

Dança Clara Da Cova

Dança Clara Da Cova

Danço com

Clara Da Cova

Danço com

Clara Da Cova

Danço com

Clara Da Cova

O sangue menstrual

De Clara Da Cova

Mancha minha negra túnica

E enlouquecido ao tocar-lhe na pele

Chupo-lhe a buceta maldita

Todo aquele sangue escorre

Escorre até meus pés

Mancha então toda

A minha roupa

Ela gargalha prazerosa

Ela gargalha prazerosa

Ela gargalha prazerosa

Eu gozo

Eu gozo

Eu gozo

Meu esperma ela engole

Meu esperma ela adora

Fodemos

Fodemos

Fodemos

Diante da cruz gótica

Diante do caralho miserável

De uma cruz

Fodemos

Fodemos

Fodemos

A Deusa Meia-Noite

Nos reservou uma lápide

Eu penetrei Clara Da Cova

Em cima da lápide

De um outro Coveiro falecido

De um outro Inominável falecido

Ela engravidou

Ela engravidou

Ela engravidou

Clara Da Cova

Engravidou de mim

Clara Da Cova

Engrvidou de mim

Clara Da Cova

Engravidou de mim

Nasceu um Horrendo Ser

Nasceu um Abominável Ser

Eu renasci

Eu renasci

Eu renasci

Após foder com Clara Da Cova

Eu Sou O Horrendo Ser

Eu Sou O Abominável Ser

E também

Claro seus filhos de uma puta

De uma puta que teve a buceta chupada

Pelos seus pais

E engoliu os espermas

De seus pais

Também

Sou O Inominável Ser

E Clara Da Cova

É A Mãe Inominável

Do Meu Trevoso Ser


Inominável Ser

FILHO DE CLARA DA COVA