quinta-feira, 29 de novembro de 2007

O Sol Grita Que Eu Sou Uma Perdida


Na cama me sinto vadia,

Sozinha sozinha sozinha,

Pensando pensando pensando

Que o homem que tenho

Somente em meus pensamentos

Me agita agita agita...


O sol grita que eu sou

Uma Perdida,

O sol grita que eu sou

A Perdida,

O sol grita que estou

Perdida.


Na rua me sinto santinha,

Sorrindo sorrindo sorrindo,

Caindo caindo caindo

Na lama para sonhar

Com aquele homem ímpar

Sendo meu padre safado

Me benzendo benzendo benzendo...


O sol grita que eu sou

Uma Perdida,

O sol grita que eu sou

A Perdida,

O sol grita que estou

Perdida.


No emprego me sinto louquinha,

Dançando dançando dançando,

Levando levando levando

Nos seios meus frios

O homem com o qual sonho

Com louco sabor do balanço

Rasgado rasgado rasgado...


O sol grita que eu sou

Uma Perdida,

O sol grita que eu sou

A Perdida,

O sol grita que estou

Perdida.


No mundo sou uma mulher,

Bela bela bela,

Sonhando sonhando sonhando

Com o homem que não me vê,

O homem que existe

No campo dos

Sonhos sonhos sonhos...


O sol grita que eu sou

Uma Perdida,

O sol grita que eu sou

A Perdida,

O sol grita que estou

Perdida.


No fundo sou uma frustrada,

Chorando chorando chorando,

Ficando ficando ficando

Sentada em um canto

Do boteco mais sujo vomitando

A cerveja estragada tomada

Gelada gelada gelada gelada...


O sol grita que eu sou

Uma Perdida,

O sol grita que eu sou

A Perdida,

O sol grita que estou

Perdida.


Eu Sou Lilith,

A Perdida,

Fico doente,

Fico dolorida,

Quanto tu,

Meu homem,

Esqueces que eu sou A Única...


O sol grita que eu sou

Uma Perdida,

O sol grita que eu sou

A Perdida,

O sol grita que estou

Perdida.


Eu Sou Lilith,

A Perdida,

Tenho dores quando sou esquecida,

Dói ser esquecida e trocada

Por qualquer mulherzinha,

Minha buceta é mais quentinha,

Meu cu é mais quentinho...


O sol grita que eu sou

Uma Perdida,

O sol grita que eu sou

A Perdida,

O sol grita que estou

Perdida.


Eu Sou Lilith,

A Perdida,

A De Seios Possantes,

A De Seios Deliciosos,

Não me faças sentir Dor,

Meu homem,

Não me troques por qualquer uma...


O sol grita que eu sou

Uma Perdida,

O sol grita que eu sou

A Perdida,

O sol grita que estou

Perdida.


Eu Sou Lilith,

A Perdida,

Quero que me fodas,

Quero que me chupes,

Quero te chupar,

Quero te ter como meu,

Meu homem...


O sol grita que eu sou

Uma Perdida,

O sol grita que eu sou

A Perdida,

O sol grita que estou

Perdida.


Eu Sou Lilith,

A Perdida,

Não me faças adoecer,

Não me faças sentir Dor,

Meu homem,

Pois a única Dor que quero

É a do teu pau me fodendo toda...


O sol grita que eu sou

Uma Perdida,

O sol grita que eu sou

A Perdida,

O sol grita que estou

Perdida.


Eu Sou Lilith,

A Perdida,

Não me faças escrava

Da Deusa Dor,

Meu homem,

Eu posso ser sua escravinha,

A toda hora sempre tua...


O sol grita que eu sou

Uma Perdida,

O sol grita que eu sou

A Perdida,

O sol grita que estou

Perdida.


Eu Sou Lilith,

A Perdida,

A Desejada Pelo Sol,

A Desejada Pelos Deuses,

A Desejada Pelos Demônios,

A Desejada Por Elohim,

Aquela Que Fodeu Com Elohim...


O sol grita que eu sou

Uma Perdida,

O sol grita que eu sou

A Perdida,

O sol grita que estou

Perdida.


Eu Sou Lilith,

A Perdida,

Eu te desejo,

Meu homem,

Não me deixes com

A Deusa Dor,

Te ofereço meu Sol Interior...


O sol grita que eu sou

Uma Perdida,

O sol grita que eu sou

A Perdida,

O sol grita que estou

Perdida.


Eu Sou Lilith,

A Perdida,

Abro minha buceta,

Abro meu cu,

Exibo meus seios,

Exibo meus lábios,

Por que não aproveitas?


O sol grita que eu sou

Uma Perdida,

O sol grita que eu sou

A Perdida,

O sol grita que estou

Perdida.


Eu Sou Lilith,

A Perdida,

A Única,

Não quero a Deusa Dor assim,

Sem ti,

Meu homem,

Eu A quero contigo abaixo de mim...


O sol grita que eu sou

Uma Perdida,

O sol grita que eu sou

A Perdida,

O sol grita que eu estou

Perdida.


Inominável Ser

EMBAIXO DE LILITH




domingo, 25 de novembro de 2007

Galanna Maralaya


Diante dos corações malditos

Amordaçados diante das Brumas

As Brumas De Dydorah

Galanna Maralaya

A Musa Amaldiçoada

Das Potências Abismais

É A Serpente Que Se Arrasta

Entre As Podres Paragens

De Cada Humana Maldita

Desgraça


Malditos ancorados

Malditos arruinados

Malditos destroçados

Escárnio roubo assassinato

Estupro estrangulamento

Esfaqueamento afogamento

Galanna Maralaya

É A Serpente Maldita

Quando Se Assemelha

Ao Prato Maldito Diário

Que Alimenta A

Humanidade

É É

A Maldita Serpente

Enroscando-Se Ao Pescoço

De cada maldito

E de cada maldita

Da Humanidade


Devoradas crianças

Devoradoras crianças

Malditas crianças cantam

Para Galanna Maralaya

Malditas crianças

Da Maldita Criança

A Maldita Criança

Que É O Filho Abortado

Da Deusa Maldição

Filho Tão Serpente

Como Galanna Maralaya

Filho Amante

De Galanna Maralaya

Filho Amado

Por cada maldito

E por cada maldita

Da Humanidade


Ventania maldita

Maldita ventania

Rostos sem expressões

Rostos sem ações

Venenosas Outras Serpentes

Em Galanna Maralaya

Outras Serpentes

Do Alvorecer

Outras Serpentes

Do Meio-Dia

Outras Serpentes

Do Entardecer

Outras Serpentes

Do Anoitecer

Outras Serpentes

Da Meia-Noite

Outras Serpentes

Da Madrugada


Galanna Maralaya

Minha Serpente Amante

Minha Serpente Amada

Minha Serpentina Consorte

Com a qual me uno

Diante dos

Altares De Dolock

Altares Erguidos

Para Os Espíritos Amaldiçoados

Para Os Amaldiçoados Espíritos

Da Criação

No Coração Maldito

No Maldito Coração

Das Trevas De Todas

As Maldições

Conhecidas

Desconhecidas

Nomeáveis

Inomináveis


Galanna Maralaya

Abre a sua vagina

Meu pênis a consagra

Serpentes em meu sêmen

Serpentes no líquido seminal

Dela

Eu me nutro do líquido

Ela se nutre do meu sêmen

Na Grande Foda Serpentina

Vamos assim nos unindo

Diante Da Sombria

Maldita Face

Da Mulher Universal

Diante Da Sombria

Maldita Face

Do Homem Universal

Diante Das Sombrias

Malditas Faces

Dos Deuses

Diante Das Sombrias

Malditas Faces

Dos Demônios

Diante Das Sombrias

Malditas Faces

Dos Anjos

Diante Das Sombrias

Malditas Faces

Dos Arcanjos

Diante Das Sombrias

Malditas Faces

Dos Inomináveis

Diante Da Sombria

Maldita Face

Do Inominável Desconhecido


Galanna Maralaya

E eu

Diante Da Maldita Face

Do Caos Fodendo Com

A Ordem

Geramos Malditas Crianças

E eu absorvo Dela

Todas As Malditas Forças

Da Deusa Maldição

Pois sou maldito

Desprezando as porras

Das mulheres humanas

Desprezando as porras

Das crianças humanas

E procurando

E conseguindo

E encontrando

Nos Braços Delas

De Senhoras Supremas

Nos Malditos Véus

Da Grande Noite

Como Elas

Como Todas

Que Amo

As Gerações De Filhos

Filhos Todos

Que São Os Perigos

Presentes N'Alma Minha

Filhos Todos

Que São As Serpentes

Presentes Nas Mãos Minhas

Filhos Todos

Que São Devorados

Por Mim

Para A Glória Do Ego

Que Me Movimenta

Em Direção

À Grande Serpente

Da Criação

A Verdadeira Kundalini

A Grande Serpente

Em Mim

Enroscando-Se

Em Mim

Enroscando-Se

Em Mim

Enroscando-Se

Em Mim

Enroscando-Se

Em Mim

Enroscando-Se

Em Mim

Enroscando-Se

Em Mim

Enroscando-Se

Em Mim

Enroscando-Se

Em Mim

Enroscando-Se

Em Mim

Enroscando-Se

Em Mim

Enroscando-Se

Em Mim

Enroscando-Se

Em Mim

Enroscando-Se


GALANNA MARALAYA

É

A GRANDE SERPENTE


GALANNA MARALAYA

É

A GRANDE SERPENTE


GALANNA MARALAYA

É

A GRANDE SERPENTE


DUMYAR

DARANA

SOBATE

FRAESE

DUGYN

DUGYUA

DUGYAVA


Inominável Ser

ENROSCADO À

GRANDE SERPENTE




sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Lágrimas E Sangue Do Monstro Homem Em Desgraça


Chora e derrama sangue

O Monstro Homem

Este que forma

Qualquer Tropa De Elite

Que com a porra de uma

Farda nojenta fodida e fedida

Mata aos milhares inocentes

Que nem bandidos são

E bandidos que podiam ser salvos

De uma morte estúpida

Se houvesse alguém

Em algum

Em qualquer

Em um sequer

Governo do mundo

São


Chora e derrama sangue

O Monstro Homem

Este que é o mesmo

Em Brasília

Em Paris

Em Washington

Em Tóquio

Em Londres

Em toda capital

De todo país

De um mundo que era Dourado

Quando ainda aqui Caminhava

A Deusa Graça

Toda capital cujos Governos

São apenas capatazes prostituidos

Da Deusa Desgraça

Implementando as mentiras

Enganadoras de todos os povos

Como se Graças Maiores

Fossem possíveis

Em Desgraças Maiores

Diariamente

Tocáveis


Chora e derrama sangue

O Monstro Homem

Este mesmo que é

O porco imundo da elite

Que bate em prostitutas

E em empregadas domésticas

Que vira um neonazista escroto

De merda

Que invade escolas atirando

E matando os seus professores

E os seus colegas

Que humilha quem apenas

Humildemente caminha pelas ruas

Quieto e triste

Por saber que este

Planeta Terra

É um mundo no qual basta ter

O cu bastante atolado de dinheiro

Para ser visto como alguém

Que pode até fazer chover

Nos desertos mais distantes

Das regiões terrestres mais

Relevantes


Chora e derrama sangue

O Monstro Homem

Este mesmo que é

Advogado

Presidiário

Padre

Pastor

Médico

Assassino

Estuprador

Domador

Nadador

Velocista

Lutador

Camareiro

Faxineiro

Lixeiro

Roupeiro

Administrador

Desenhista

Roteirista

Atriz

Ator

Prostituta

Michê

Homem

Mulher

Gay

Bissexual

Arquiteto

Artesão

Dentista

Motorista

Cobrador

Homófobo

Racista

Toda a gentinha humana

Toda a escrota gentinha humana

Toda a rota gentinha humana

Gentinha tola fodida

Gentinha toda fodida

Gentinha solenemente fodida

Que alimenta o Monstro que é

E ainda tem a coragem

De acariciá-Lo

E mantê-lo em si

Dizendo que o mesmo

Não faz parte de si


Chora

O Monstro Homem

Esquecem que Ele

Existe


Derrama sangue

O Monstro Homem

Esquecem que Ele está

No humano sangue


Derrama lágrimas

Derrama sangue

O Monstro Homem

Continua a regozijar-se

Continua a fortalecer-se

Continua a ser Mãe

Da atual Humanidade

A Deusa Desgraça

Que amamenta

O Monstro

Residente aqui

Em minha inominável alma

Residente aí

Em vossa nomeável alma


Inominável Ser

MONSTRO HOMEM




quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Um Delírio Miseravelmente Derramado


Um socorro...

Fodido... Fodido!

Um soco...

Fodido... Fodido!

Entrei ali...

Fodido... Fodido!

Entrei aqui...

Fodido... Fodido!

Entrei além...

Fodido... Fodido!

Entrei mais...

Fodido... Fodido!

Era um cu?

Não...

Nem buceta...

Mulher...

Homem...

Caiu uma cabeça...

Vi... Vi... Uma cabeça...

Um homem...

Seria uma mulher?

Seria uma criança?

Sem fome... Com fome!

Alguém comendo a cabeça...

Sem fome... Com fome!

Alguém partindo a cabeça...

Sem fome... Com fome!

Alguém pisando na cabeça...

Sem fome... Com fome!

Alguém cagando bem na cabeça...

Sem fome... Com fome!

Alguém mijando bem na cabeça...

Sem fome... Com fome!

Alguém cuspindo bem na cabeça...

Sem fome... Com fome!

Alguém vomitando bem na cabeça...

Sem fome... Com fome!

Freira estuprada...

Madre esquartejada...

Irmãos de igreja seviciados...

Uma rua... uma rua...

Que estou vendo?

Estou vendo?

Miséria... Uma briga...

Uma briga no lixão...

Lixão de qualquer bairro...

Bairro... Que bairro?

Não sei... Sei não!

Crianças sem comer...

Não sei... Sei não!

Adultos sem comer...

Não sei... Sei não!

Idosos sem comer...

Não sei... Sei não!

Bêbes sem comer...

Não sei... Sei não!

Comendo os ricos...

Não sei... Sei não!

Comendo todo rico...

Não sei... Sei não!

Ricos... nojentos...

Ricos... vermes...

Ricos... Ricos... Ricos...

Dinheiro... Caiu...

Merda... Merda... Merda!

Deusa Miséria,

Que delírio é esse?

Deusa Miséria

Deusa Miséria

Que Miséria é essa?

Vou ficar tomando no cu

Esse miserável derramar

De um delírio que afeta os cus

De todo mundo

Sem que todo mundo saiba

Saber que dói em seu cu

Toda miséria do mundo?

Em todo cu humano

Miseravelmente se derrama

Isso!

Em todo cu humano

Miseravelmente se derrama

Isso!

Em todo cu humano

Miseravelmente se derrama

Isso!


Inominável Ser

MISERAVELMENTE

DERRAMADO