segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Calamidades, Deusa Desgraça, Humanas Calamidades Todas Todas Todas...


Sou da roda que se quebrou diante da estradinha que havia nas roídas estâncias de vivendas realmente boas que se tornaram vivências roubadas em vivências tolas que se impuseram em meu ser como vivências de um bastardo filho das alegrias que jamais se realizam


Sei que Marília chorou muito pelas perdas de suas sanidades e que os filhos de João foram esquartejados pela humana crueldade e que Samantha foge de si mesma com uma faca cortando a sua garganta de beldade


Sei que sou egoísta e frio seduzido pelo Caminho Da Mão Esquerda que é meu Verdadeiro Caminho e me iludo na Magia e no Ocultismo que me dizem que sou mais do que um homenzinho e no entanto eu descubro que sou um homenzinho


Queria poder chorar por Marília e por João e por Samantha e por qualquer outro e outra da Terra que passam pelas calamidades inerentes ao Humano Ser e eu choro sim diante do que me faz ver que derrubado estou por ser um nada superior ser


Isso não é uma confissão e isso não é um desistir é apenas meu modo nesta hora alta da Grande Noite meu modo de confessar minha maldade oculta e a minha oculta maldade algo d'alma minha porque não me importo mesmo com qualquer outro da Humanidade


Me importo que calamidade me importo com a Humanidade e sobrevivo neste calamitoso conflito no qual tenho a visão da Menina Inominável sendo comida em calamitoso penhasco devorada viva pelo Abutre Eterno Da Desgraça um Filho Vosso minha Mãe Deusa Desgraça


Em Romances já disse que não sou o mocinho que ao final de uma grande trama beijará a moça bonita e nem me vêem as moças bonitas deste mundo mas não choro pois as Noturnas Belezas Da Desgraça e as Belezas Do Abismo nas formas de Lilith de Hecate de Pérsefone das Inomináveis da Vossa Forma Deusa Desgraça são as minhas amantes namoradas esposas em Eterno Matrimônio


Meu bolso está vazio meus humanos sentimentos estão vazios os pensamentos dançam na Cova meus olhos calamitosamente lacrimejam quero matar algo quero matar alguém mas nem coragem tenho de retirar-me deste calamitoso mundo e nem de retirar deste calamitoso mundo todos os maus ocultos e os ocultos maus que encarnados sei que mais males fazem do que eu


Calamidade é o meu nome naquela taverna onde Byron agora está a beber e a cantar e a foder com Marie Padie nome de desgraçado que tem que reiniciar-se e iniciar-se em calamitoso túmulo o túmulo que é este corpo Deusa Desgraça este corpo aqui que vós me destes este corpo aqui que como todo humano corpo está ao pó direcionado no finalmente da existencialidade


Está tudo obscuro está tudo escuro está tudo absurdo está tudo caindo está tudo errado ou está tudo certo Deusa Desgraça com relação a este calamitoso mundo?


Não sei a resposta eu acaricio as nádegas da Deusa Calamidade e me resfrio com o gélido hálito Dela em meu pescoço Ela me suga como Divina Vampira Do Abismo Ela suga a toda Ela suga a toda Humanidade assumindo O Nome De Deus Único


Inominável Ser

SUGADO PELA

ETERNA CALAMIDADE

DENOMINADA

DEUS ÚNICO






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