quinta-feira, 30 de abril de 2009

CORAÇÃO E REAÇÃO


Coração meu,
Agindo no Eu,
Reagindo no seu olhar
De dama sábia
Que me trata
Como imperador.

Coração seu,
Agindo no meu Eu,
Reagindo aos meus olhares
De imperador caindo
Aos vossos pés
De imperatriz cruel.

Macabros corações nossos,
Mui macabros,
Gostamos de sofrer,
Estamos agindo na dança
Dos nossos sofrimentos,
Reagindo e sofrendo.

Largamente macabros corações,
O meu procura pelo vosso
E não o quer,
O teu procura pelo meu
Em um não agir,
Agimos nessa loucura sem fé aqui.

Vejo-te em meus pesadelos,
Dama minha,
Vejo-te em meus sonhos,
Mas tu és ação de pesadelos,
Tu és ação de sonhos,
Não a reação da minha realidade.

Tu me vês na Realidade,
Encobres as minhas realidades,
Ages em mim,
Reages em mim,
És minha dama sem fim,
És meu fim sem fim.

Tu és meu coração,
Tu és minha reação,
Deusa Morte,
Namoro-te,
Desejo-te,
Toco-te...

Em Vossa Foice,
O meu macabro coração.

Em Vossa Foice,
A minha macabra reação.

Pensavas que eu falava
De uma humana,
Minha amada
Deusa Morte,
Ao falar de coração
E reação?

TU ÉS MEU ÚNICO
CORAÇÃO!!!

TU ÉS MINHA ÚNICA
REAÇÃO!!!

Humanas são...

Apenas humanas.


Humanas são...


Apenas corpos.


Humanas são...


Apenas atos.


Deusa Morte,

Tu És Meu Primeiro

Amor Noturno Inominável.


Inominável Ser
CORAÇÃO E REAÇÃO
MORTO









terça-feira, 28 de abril de 2009

À Gitana Distante... E Viva...


As cadeias crescem,
As memórias permanecem,
Meus devaneios se fundem
Aos meus desesperos
De nada poder esquecer.

A gitana d'alma minha não tenho,
A gitana d'alma minha se foi,
A gitana d'alma minha está longe,
Gitana gitana gitana gitana gitana gitana gitana
Gitana minha
Eu não te esqueço,
Eu apenas te conheço,
Eu apenas te desejo!

Os desesperados momentos
De solitárias dores tenebrosas
A erguer-me de meus adormecimentos
Em infinitos pesadelos
Sufocam-me em tornados,
Agitam-me em tormentos,
Afogam-me em tsunamis!

Eu mesmo sou um tsunami
Para mim mesmo,
Um tsunami desgraçado,
Um tsunami miserável,
Um assassino de todas as populações
De algumas ínfimas alegrias
Em mim!

Eu não esqueço a gitana,
A gitana d'alma minha,
Mas ela já me esqueceu,
Ah,
Sim,
Ela já me esqueceu!

Minha gitana nunca me amou...

Minha gitana nunca me quis...

Minha gitana nunca me desejou...

Gitana inesquecível,
A ti o altar em mim
Que eternamente
Estará a venerar-te!

Gitana inesquecível,
A ti este poema
Que eternamente
Não será esquecido!

Gitana inesquecível,
A ti este poema
No qual eu te eternizo,
No qual eu te amo!

Gitana inesquecível...

Esquecer...

Não,
Não quero,
Não posso,
Não vou,
Te esquecer...

Não vou,
Minha gitana...

Gitana minha,
Não vou...


Bem-vinda,

Deusa Melancolia,

Sempre aqui ocultada

Nesta Cova

De Eterna Agonia

E agora Revelada

Como a mais sábia

Das amargas

Gitanas Bebidas...


Por uma gitana,

Aquela gitana viva,

Deusa Melancolia,

La gitana

La gitana

La gitana

La gitana

La gitana

La gitana

La gitana

La gitana

La gitana

La gitana

La gitana

La gitana

La gitana

La gitana

La gitana

La gitana

La gitana

La gitana

La gitana

La gitana

La gitana

La gitana

...

...

...


Inominável Ser

PARA AQUELA

GITANA VIVA









A Agonia Das Infinitas Corporais Solidões


Não há

em todos os momentos nossos

uma verdadeira

completa satisfação

que abranja todos os poros

de nossas peles.

Confessem,

solitárias

e solitários

do mundo,

não há mesmo uma faguha

que faça com que

os nossos corpos

parem de clamar

sempre

por vários fogos.

Tudo vem a nos instigar

a buscas intensamente

mui realizadoras

de todas as núltiplas

solidões corrompedoras

de nossa paz...

Uma guerra,

pelo corpo todo,

insana guerra

que apenas faz aumentar

a nossa solidão

de humanas presas

das nossas próprias

internas feras...

Tu não sabes aprender

com tua solidão,

solitária...

Tu não sabes aprender

com tua solidão,

solitário...

O desejo de meter

uma bala na cabeça

até nobre pode ser,

mas A Solidão,

A Deusa Solidão,

realmente te deixaria,

solitária,

solitário?

O desejo de morrer

coroa a todos nós,

solitárias amazonas

e solitários cavaleiros

de um mundo não-grego

que perdeu

o apolíneo,

que perdeu

o dionísiaco...

Está tudo

vazio...

Está tudo

bem

vazio...

Tudo

esvaziou-se...

Tudo

vazio,

solitária...

Tudo

vazio,

solitário...

Caminhamos

vazios...

Somos

vazios...

E nos corpos

somos preenchidos

pelas completas

infinitas solidões

mais amargas

e serenamente

eternas...

Quem tem

uma companhia

apenas disfarça

a sua desesperadora

solidão...

Quem procura

uma companhia

apenas covarde

se constitui

porque não sabe

utilizar a solidão

para percorrer

a Grande Estrada

Da Verdadeira Sabedoria,

que nasce apenas

daqueles que amam

a

interna

solidez

mais

solitária...


Inominável Ser

PERCORRENDO AQUELA

GRAMDE ESTRADA







quarta-feira, 22 de abril de 2009

Planet Day - O Dia Da Terra - 22 de abril de 2009


Da fruta nascente


No ramo crescente


Da árvore presente


No eixo estremecente


Das Florestas Sagradas,


Ouço Vosso


Choro,


Mãe Gaia,


Vejo Vossas


Lágrimas...



Por que assim


Nós te maltratamos?



Por que assim


Nós te ferimos?



Por que de outra maneira


Não te amamos?



Por que de outra maneira


Não te abraçamos?



O vento a bater agora


Em minha pele


É a Vossa Voz,


Mãe Gaia,


Vossa


Voz...



O vento,


Mãe Gaia,


Ah! Como eu Sei!,


O vento


É


A Vossa Respiração


Um tanto


Desesperada!



Desesperada por estar


Sendo esquecida!



Desesperada por estar


Sendo maltratada!



Desesperada por estar


Sendo destruida!



Desesperada por estar


Sendo queimada!



Desesperada por estar


Sendo esmagada!



Mas,


Não chores


Não chores


Não chores


Não chores


Não chores


Não chores


Não chores


Não chores


Não chores,


Mãe Gaia!



Ainda tocam


As trombetas


Da esperança


No verde!



Ainda tocam


Com esperança


O verde!



Ainda amam


Com esperança


O verde!



Ah,


Mãe Gaia,


Ah,


Grande Mãe,


Agora o vento


Mais suave está,


Vós abençoais


Estas poéticas mãos,


Neste dia


Poéticas mãos


Tocando na


Verde Mansão!



Ave


Gaia!



Ave


Gaia!



Ave


Gaia!



Ave

Gaia!



Ave

Gaia!



Ave

Gaia!


Ave

Gaia!



Ave

Gaia!



Ave

Gaia!


O Verde

É

Eterno!


O Verde

Será

Salvo!


O Verde

Sempre

Alto!


O Verde

Sempre

Sendo

O Grande Coração

Da Terra!


Guerreiros por Ti lutam,

Mãe Gaia,

Vossas florestas,

Vossos rios,

Vossos mares,

Vossas cachoeiras,

Tudo O Que Tu És

Salvaguardado É

Pela Tropa Do Verde

A Guerrear Pela Vossa

Manutenção Eterna!


Regues uma planta

Todo dia,

Amiga humana,

Amigo humano!


Acarinhes um animal

Todo dia,

Amiga humana,

Amigo humano!


Pares uma hora

Todo dia

Para pensar

Na Mãe Gaia,

Amiga humana,

Amigo humano!


A Nossa

Mãe Gaia

Nos Ama,

Nos Abraça,

Nos Rega

Com As Suas

Lágrimas!


Inominável Ser

PARA A MÃE GAIA

EM SEU DIA










terça-feira, 21 de abril de 2009

TÃO BELA, TÃO BELA, TÃO BELA!!!


Tão bela, tão bela, tão bela!!!


Tão bela és tu,

Amada cadáver em vosso túmulo,

Aí eternamente deitada,

Tão putrefata,

Tão fedorenta,

Tão ao gosto deste poeta

Que gosta de cadáveres

Que se atormentam

Com as minhocas e vermes

A comerem-lhes as carnes!


Tão bela, tão bela, tão bela!!!


Tão bela és tu,

Assassinada a punhaladas

Da cabeça aos pés,

Estuprada morta pelos

Imundos assassinos vossos,

Jogada em rio caudaloso,

Rio sujo,

Rio rijo de sangue,

Sangue derramado por todas

As assassinadas

E por todos os assassinados

A punhaladas!


Tão bela, tão bela, tão bela!!!


Tão bela és tu

Para este bardo mórbido,

Para este Coveiro

Que ainda julga possuir

A desgraça de uma maldita

Alma Eterna,

Para este louco aqui

Apunhalado todo dia,

Apunhalado toda noite,

Pelos Bandidos Das Trevas,

Seus perseguidores,

Seus obsessores,

Seus corrompedores!


Tão bela, tão bela, tão bela!!!


Tão bela és tu

E tão belo é o vosso

Agora sofrimento eterno,

Sofrimento de alma destroçada,

Sofrimento de alma desgraçada,

Sofrimento de alma maldita,

Sofrimento de alma miserável,

Belo sofrimento,

Belo tormento,

Belo sorriso dos Trevosos,

Eles se alegram

Com vosso sofrimento!


Tão bela, tão bela, tão bela!!!


Tão bela és tu,

Cadáver de infeliz apunhalada,

Cadáver de infeliz estuprada,

Minha insanidade te devora,

Minha sã consciência te admira,

Devora e admira

Assim se deteriorando no túmulo,

Um túmulo que beijo,

Um túmulo que acaricio,

Um túmulo que abraço

Limpando com o meu suor,

Limpando com o meus sangue,

Limpando com o meu vômito,

Limpando com todas as impurezas

De minha maligna

Alma De Coveiro Eterna!


Tão bela, tão bela, tão bela!!!


Tão bela és tu,

Tu a representar toda

Maldita mulher,

Miserável mulher,

Desgraçada mulher,

Pela qual eu algo senti,

Que ao lixo,

Que ao limbo,

Que ao esterco,

Lançaram-me todo,

Deixaram-me todo,

Deixaram-me morto,

Morto morto morto morto

MORTO BELÍSSIMAMENTE!!!


Tão bela, tão bela, tão bela!!!


Tão bela és tu,

Apunhalada,

Estuprada,

Cadáver,

A visão tua me agrada,

Eu me vingo com

Ódio infinito amado,

Meu ódio infinito,

Tu és todas elas,

Tu és cada uma daquelas,

Daquelas que quero apunhaladas,

Daquelas que quero estupradas,

Daquelas que odeio,

Daquelas que odeio,

DAQUELAS QUE ODEIO!!!


TÃO BELA, TÃO BELA, TÃO BELA!!!


Inominável Ser

CADÁVER COM

ÓDIO INFINITO









domingo, 19 de abril de 2009

Gitana Morta


Os saltos que dou em meu ódio
Por uma maldita que...

Maldita?

Não,
Não,
Não...

Aquela criatura não merece
Ser chamada de maldita,
Não merece ser chamada
De nada...

Nos sonhos agora meus,
Sonhos cruéis,
Sonhos lindos em sua crueldade,
Eu a vejo morta,
Morta em um caixão
Abençoado pelas
Deusas Fadas Das Trevas.

Eu vejo aquela gitana morta
Em meus novos sonhos,
Morta,
No caixão belo de negra cor,
No caixão belo brilhante,
Bem lustrado
Pelos agentes funerários.

A gitana está morta,
Ela agora vai dançar
Com os seus gitanos ancestrais
Em qualquer das
Rodas Gitanas Dos Vales Da Morte.

A gitana morta
Me diverte,
Eu gosto de vê-la deitada
Em um caixão,
De vê-la em sonhos
Deitada em um caixão,
Sorrio sorrio sorrio sorrio
Com tal maravilhosa
Visão!

A gitana morta
Está muito linda assim,
Morta está mais linda,
Morta tem a pele mais macia,
Morta tem a aparência
Que eu prezo
Em todas as mortas
Que jazem em minha alma
Há milênios,
Mortas de existências passadas,
Mortas eternas.

Gitana morta,
Que delícia,
Seu rosto está tão luzidio
Assim...

Gitana morta,
Que prazer para mim
Te ver assim morta...

Gitana morta,
Sei que estou sonhando
Com a vossa morte
E mesmo que eu a deseje,
Pois eu sou o que tu me dissestes,
Um monstro,
Um ser cruel,
Mau caráter,
Maligno,
Perverso,
Me alegra vê-la
Em minha alma
Morta.

Descanse em paz
Aqui no túmulo
De minha alma de coveiro,
Gitana morta!

Te peço,
Apenas,
Que não se mexa muito,
A tampa de vosso túmulo
Pode abrir
E eu teria que fechá-la de novo
Vendo ao vosso cadáver putrefato.

Se bem que
Vosso cadáver putrefato
Também seria muito lindo
De ser apreciado,
Gitana morta...

Inominável Ser
COVEIRO DE UMA
GITANA MORTA









segunda-feira, 13 de abril de 2009

A Dor Que Minha Súcubo Me Dá Por Completamente Não Me Devorar


Eu caio no Sono Do Sangue, desgraço-me na ronda dos meus dentes pela carne Dela... Lamber as feridas Dela enquanto Ela lambre as minhas feridas... Lamber os pés Dela enquanto Ela lambre os meus pés... Ressuscitar uma montanha de pesadelos ao tocar na macia pele Dela enquanto ela amacia a minha pele com Suas presas de fera... Ao dia, eu A sinto cavalgando em mim com fúria destemida e desimpedida de todas as amarras... Ao dia, Ela vem aqui e me dá uma chupada... Ao dia, Ela vem aqui e me dá o cu... Ao dia, Ela vem aqui e me dá a buceta... Ao dia, Ela suga meu sangue atravessando-me com suas vestes de Sangrenta Deusa... À noite, Ela me deda... À noite, Ela esfrega o cu Dela na minha cara safada... À noite, Ela esfrega a buceta Dela na minha cara desgraçada... À noite, Ela mija na minha cara fodida... À noite, ela caga na minha cara retorcida... À noite, caralho grandiosos dos arroubos e arrombamentos e arrebatamentos dos Infernos, Ela puxa cada uma das minhas veias e faz festa com meu decadente sangue... Oh, minha Súcubo, minha Súcubo, minha Súcubo, por que de uma vez apenas não se dedica a me devorar de forma plena, a fim de me retirar desta merda de mundo cheio de dores por eu não poder te foder mais pleno do que fodo? Oh, minha Súcubo, faça logo a tenebrosa façanha dse afundar todo meu sangue em Vossas entranhas...

Entranhas

de uma conhecida

minha

de Eras

estranhas.


Entranhas

de uma Irmã

minha

nascida do

Serpentino Ventre.


Entranhas

de uma tara

minha

nascida do desejo

de ver-me devorado.


Entranhas

de uma tocha

minha

que quima-me a pele

com esperança.


A Negra Esperança

Do Sangue,

minha Súcubo,

revira-se em Vossas

entranhas.


A Negra Esperança

Da Serpente,

minha Súcubo,

rebola em Vossas

entranhas.


A Negra Esperança

Dos Vampiros,

minha Súcubo,

revoluciona em Vossas

entranhas.


Albion grita

para Alcmena

que os

Sangrentos Nomes

Tu devorastes.


Alaor grita

para Serena

que os

Sangrentos Tomos

Tu devorastes.


Balaam grita

para Ranna

que os

Sangrentos Preços

Tu devorastes.


Kalas grita

para Ramallah

que os

Sangrentos Princípios

Tu devorastes.


Vlad grita

para Bathory

que os

Sangrentos Vestidos

Tu devorastes.


Amalya sussurra

nos ouvido esquerdo de

Lord Nebula

que Tu tens

A Chave Da Irmandade.


A Irmandade Do Sangue

que antecede

A Irmandade Do Reino

no qual nós dois

Nascemos.


A Irmandade Do Sangue

que atua na

Irmandade Da Serpente

Lilith

Nossa Mãe Sagrada.


A Irmandade Do Sangue

que agita a

Irmandade Vampírica

nas

Noturnas Estradas.


Quem Tu

serias,

minha Súcubo,

quem Tu

serias?


Por que,

Senhora assim

de tanto Poder,

não completamente

me devora?


Por que,

Senhora assim

de tantas Eternidades,

permite-me A Dor

de continuar respirando aqui?


Por que...

Minha Súcubo...

Por que?

Minha Súxubo?

Por que?


A Deusa Dor

Amiga

Dos Vampiros

impera em minhas

entranhas...


A Deusa Dor

Amiga

Da Imortalidade

governa as minhas

entranhas...


A Deusa Dor

Amiga

Do Sangue

executa as minhas

entranhas...



No entanto,

minha Súcubo,

eu queria que as

Vossas entranhas

me executassem...


No entanto,

minha Súcubo,

eu queria que as

Vossas entranhas

me governassem...


No entanto,

minha Súcubo,

eu queria que as

Vossas entranahs

melhor imperassem...


Imperassem

em minha Dor,

para que Tu

e a Deusa Dor

me assassinassem!


Succubus kalai apawe ajsdwepa ewjag


Succubus aajwepr ajwegroa pwerka


Succubus asdjewgr asdwehry adskwer


Succubus ajwerg alewor pweorj ajdswer


Succubus hwelah ewprir sdpweru sdjwegwe


Succubus xcalaowe sdowerp sdjkfgrasd


Succubus klwerojwefgr ewprosdtwe sdhwe


Succubus sdapweor sdwegrro sdwehro


Succubus sdaalewo sdpweor asdlwerh


Succubus edyr


Succubus edyr


Succubus edyr


Succubus edyr


Succubus edyr


Succubus edyr


Succubus edyr


Succubus edyr


Succubus edyr


Inominável Ser

DOLOROSAMENTE

DESEJANDO SER

COMPLETAMENTE

DEVORADO

PELA SUA

SÚCUBO