sábado, 30 de maio de 2009

WILD ROSE - Cris Ortega





Dejad que os cuente una historia sobre amor y desamor.
Un dulce cuento de hadas que acabó en decepción.
Elisa era mi nombre, el placer mi profesión
y el corazón de los hombres fue siempre mi posesión.

Mas el deseo es capricho hasta en esta situación,
y un noble de ojos ardientes un día me conquistó.
Las estrellas puso a mis pies junto a la Luna y al Sol
y en mi lecho susurraba hermosas palabras de amor.

Mil promesas de aventura que luego nunca cumplió.
Fuego, amor, pasión, ternura, ninguna de ellas me dio.
Dicen que el amor es ciego y no les falta razón.
Yo le seguía amando, pero él a mí ya no.

De otra mujer muy pronto mi amante se enamoró.
Era noble y muy hermosa, de alta dote y gran valor.
¿Cómo podría abandonarme sin buscarse mi rencor?
¿Cómo de mí librarse y seguir manteniendo su honor?

Cuán necio es quien da ventaja a la fuerza y no a la razón.
Buscó el momento propicio y una noche me mató.
Borró los rastros de sangre, mi cuerpo en el bosque enterró.
¿Quién en el mundo entero buscaría a alguien como yo?

Pero hay algo, compañeros, en lo que nunca pensó:
que es a veces la venganza más fuerte que muerte y amor.
A ciegas guió mis pasos, a mis dedos vida dio,
a mi alma errante un motivo para saciar mi dolor.

¿Si conseguí mi objetivo? Tened por seguro que no.
Pues aunque cobré mi venganza fruto del desamor,
y aunque ahora aquí en mi tumba él yace a mi lado sin voz,
este juego no ha acabado ni he de sentir compasión.

Mientras en el mundo haya amante que engañe al amor,
seré horror, muerte y condena para todo pecador.
Antes de iros os pido que actuéis con reflexión;
pues si en engaño os encuentro seré vuestra última visión.











Links:


SPIDER'S SOUL - CRIS ORTEGA ART GALLERY

The well of my Desires - Cris Ortega Blog

dark-spider on deviantart












sexta-feira, 29 de maio de 2009

A Silenciosa Névoa que Beija A Vossa Pele, Deusa Madrugada...


Fantástico viúvo

de uma

Amada Noturna Inominável

Natimorta,

eu sou,

meus filhos foram enforcados

por Cronos

de mau-humor,

eu sou um velho eremita

muito cansado,

mas,

ainda assim,

o cajado me sustenta

e a Vossa nudez

me alimenta,

Deusa Madrugada.


Mais uma vez,

eu,

Animal Noturno,

estou como todos

os que agora estão

acordados em suas

covas

encontrando-Te

assim Nua,

Deusa Madrugada,

deixando-Se Beijar por uma

Névoa que vem de lá

onde Os Grandes Lobos

Da Loba Sagrada

subterraneamanente estão

a uivar.


Não conheço mais o sono,

nem quaro mais dormir,

pareço um zumbi,

um alucinado poeta

que vaga pelas madrugadas,

imune ao comum

da Humanidade

que sonha pequeno,

sonhando grande

em Vossos braços nus,

sentindo,

Senhora Madrugada,

que outros como eu

também assim agems

neste mundo tão cheio

de ignorâncias

e imaturidades.


Sou viúvo mesmo,

Deusa Madrugada,

sou viúvo ainda mais

por não poder ficar sempre

envolto neste silêncio

altissimamente sagrado

desta hora

altissimamente sagrada,

a Vossa Hora,

Hora na qual

O Arcanhjo Noturno

Inominável

Da Poesia Do Um

doa aos que seguem

A Inominabilidade

a vontade poética

de ser a névoa

que te Beija

a pele.


Deusa Madrugada,

um pouco de mim

está na

Inominável Névoa

que te Beija a

Sagrada Pele,

singro cada centímetro

da mesma

com o carinho e o respeito

de um dos mais

velhos eremitas

deste planeta,

são trinta e um mil

e dois anos aqui

caminhante,

são trinta e um ml

e dois anos aqui

encontrando-Te

nas horas silenciosas

que os Deuses Noturnos

Beijam

Eternamente.


Silêncios,

madrugadas,

névoas,

ah,

Senhora Que Beijo

Como

Inominável Névoa,

Amo-Te As Sombras

E Os Vultos Nascentes

Da Nudez Que Te

Embeleza

Por Todas As

Silenciosas Terras

Da Grande Noite

Eterna!


Louvada Eternamente

Tu Sejas,

Ó,

Grande Deusa

Madrugada!


Louvada!


Louvada!


Louvada!


Louvada!


Louvada!


Louvada!


Louvada!


Louvada!


Louvada!


Inominável Ser

BEIJANDO COMO

INOMINÁVEL NÉVOA

APELE DA

DEUSA MADRUGADA








quarta-feira, 27 de maio de 2009

Impulsos... E Pulsos... E Meia-Noite...


Impulsos...


dou um grito,

me corto com giletes,

abro os braços,

abro a cara,

tento chorar,

dou loucas risadas...


Pulsos...


meu pulso,

olho para ele,

e olho depois

para o vosso pulso,

cadela maldita,

putinha minha...


E meia-noite...


um cadáver lançado

no rio de esgoto

e uma criança degolada

em altar de loucos,

que visão,

doces horrores...


Impulsos...


quem tu és,

vagabunda imunda,

movendo-se aqui na porra

da minha essência

e me atraindo para

as suas jogadas intensas?


E pulsos...


este meu desejo de suicídio

vai,

vem de lá,

volta de cá,

e tu fica,

sua vagabunda noturna!


E meia-noite...


ossos negros na minha cova,

O Abismo me incinera,

esta coisa toda em mim

grita aos Ventos Diabólicos Do Oeste

as juras que fiz diante do cadáver

do último que matei...


Impulsos...


afirmo O Livro Da Morte

em cada curva vossa,

sua vagabunda de trevas

e de lodo,

luxúria encarnante das

Fossas Infernais!


E pulsos...


esgoto meu esperma todo

em cima dos lençóis que queimo

em minha cova.

não te dou nenhuma,

mas tu sugas assim mesmo

cada gota!


E meia-noite...


vencido,

sua vagabunda noturna,

estou vencido,

não sei quem tu és,

mas tu sabes que eu sou

daquele vosso Lar...


Impulsos...


quero te enforcar,

quero te foder,

quero te maltratar,

quero te abraçar,

quero te estrangular,

quero te beijar...


E pulsos...


dá-me teu pulso,

cortes meus pulsos,

teu pulso esquerdo,

meus dois pulsos,

deixe-me cortá-la,

corte-me...


E meia-noite...


me abrace,

me beije,

me foda,

me mate,

eu já te matei,

agora tu me mates...


Impulsos...


eu morro...


E pulsos...


e eu ainda morro...


E meia-noite...


eu ainda estou morto...


Inominável Ser

SENDO MORTO

POR ELA

DESCONHECIDA

VAGABUNDA

NOTURNA








segunda-feira, 25 de maio de 2009

Correntes Dor Correntes Dor Correntes Dor


Correntes Dor Correntes Dor

Correntes Dor

histórica repetição

da histérica perdição

da carne e da

mais definitiva

razão

tudo sendo

Correntes Dor Correntes Dor

Correntes Dor

rota de muitos

mitos e perigosas

ruas em ruinas

que isolaram

filhos pródigos

que assassinaram

rebanhos sórdidos

e se tornaram porcos

que amontoam seus rabos

em fornos microondas

ligados possibilitando

Correntes Dor Correntes Dor

Correntes Dor

estradas de mortas

flores

arremedos de poucas

vitalidades

sons de muitas

efemeridades

virtudes acima de

roupas de couro

rasgadas

motos quebradas nas

esquecidas

estradas

as ideologias

todas abortadas

e os que gritavam ontem

REVOLUÇÃO

hoje gritam

DINHEIRO NA MÃO

e tome desilusão

e tome dissolução

e tome

Correntes Dor Correntes Dor

Correntes Dor

Andrômeda novamente

acorrentada

agora no navio que não

parte jamais

e que ancorado está

perto das humanas

moradas

as lágrimas dela

repelem e afagam

os iludidos

as correntes dela

decoram a monotonia

dos dias que estamos

morrendo

Grécia Destroçada

Roma Destroçada

Egito Destroçado

grandes civilizações

Destroçadas

hoje sendo esta

civilização

anti-civlizada

apenas

fundadora de

Correntes Dor Correntes Dor

Correntes Dor

Andrômeda

Deusa Dor

Mulher Grandiosa

Perturbadora Mulher

Das Humanas Moradas

Sacudindo

Suas Correntes

Sacudindo

Dor

Dor

Dor

Dor

Dor

Dor

Dor

Dor

Dor

Dor

Dor

Dor

Dor

Dor

Dor

Dor

Dor

Dor

Dor

Dor

Dor

Dor

Correntes Dor Correntes Dor

Correntes Dor

O Fetiche

De Uma Deusa

Que Goza

Com Os Nossos

Orgasmos

De Dores

Diariamente

Acorrentantes

Dolorosos

Sacudindo

Correntes Dor Correntes Dor

Correntes Dor


Inominável Ser

CORRENTES

DOR

CORRENTES

DOR

CORRENTES

DOR








sexta-feira, 22 de maio de 2009

Oculta É A Maldição De Camila Dos Douros Cabelos


Chega aqui

perto de mim

uma amaldiçoada

que tem por nome

Camila Dos

Douros Cabelos,

Camila

Desgraçada,

Camila

Arrombada,

Camila

Destroçada,

Camila

Desfigurada,

Camila

Desvirtuada,

Camila

Degenerada,

Camila

Violentada,

Camila

Camila

Camila

Camila

Camila

Camila

Camila

Camila

Camila

Camila

Dos Douros

Cabelos.


Exu Caveira

traz alguns

dos ossos dela

em uma bandeja,

Maria Padilha

Da Enxruzilhada

Do Inferno

oferece um pedaço

de seda rasgada

feita nas prefundas

mais abismais

dos Infernos,

Maraboth

carrega para ela

umas chaves

de umas portas

que não abrem

mais,

Belphegor

trnsmite a ela

uma mensagem

de umas pessoas

que não ecistem

mais,

Belial

dá-lhe uma espada

batizada com o sangue

de uns bandos

que saquearam castelos

de reis brutais.


Camila Dos

Douros Cabelos

esconde o rosto

nas Encruzilhadas

tal qual

Pai Omulu

e Pai Obaluaye

Que São Apenas

Um

faz,

ela anda nua

ou quase nua,

seus cabelos caem

fora das

Encruzilhadas,

seus cabelos crescem

nas Encruzilhadas,

Ó,

Exus Das Estradas,

Demônios Das Moradas

E

Terríveis Espíritos Que

Residem Entre

Todos Os Amaldiçoados

Na Lama De Sangue

E No Lodo De Fezes

Dos Mil Diabos

Que Ao Calor

Do Meio-Dia

Fazem Festa

Nas Encruzilhadas,

o que

A Deusa Maldição

deu para nossa

Irmã Camila

naqueles tempos

de sanguinária

remoção

das vestes sacerdotais

dos Grandes Aesysmuyrs?


Camila esconde seu rosto

de mim,

Camila Dos Douros Cabelos

esconde com seus cabelos

envolvendo-me aqui

o seu rosto de mim,

a resposta dos nossos

Irmãos

eu recebo,

a resposta

de vós vou esconder,

pois Camila não quer

contato

com seres humanos,

os mesmos seres humanos

que naqueles tempos

a fizeram mui

sofrer.


Camila Dos Douros Cabelos

ao seu rosto

esconder....


Camila Dos Douros Cabelos

`a sua Eterna Maldição

manter...


Camila Dos Douros Cabelos

à sua visão aqui

permaneer...


Camila,

ah

ah

ah

ah

ah

ah

ah

ah

ah,

Camila...


Inominável Ser

AGRADECENDO

A PERMANÊNCIA

DE CAMILA

DOS DOUROS CABELOS

NELE








domingo, 17 de maio de 2009

Quando Eu Morrer E For Para O Inferno


Quando eu morrer e for

para O Inferno

levarei comigo metade do

mundo fodido que

eu odeio como um

feroz coveiro com a foice

sdmpre pronta para ceifar

algo


Quando eu morrer e for

para O Inferno

quero uma pousada

de prostitutas estupradas

e eunucos empalados pelo cu

que me sirvam o sangue

dos justos

e dos bons


Quando eu morrer e for

para O Inferno

quero a paz da guerra

triturando as carnes

dos meus inimigos que aqui

se farão vermes

em um vale das sombras

de mortais vermes febris


Quando eu morrer e for

para O Inferno

quero a Luz Do Diabo

perto de mim

fazendo-me sangrar

ao urinar em honra

da Lilith sempre a sorrir

para mim


Quando eu morrer e for

para O Inferno

eu quero levar comigo

uma piranha qualquer da esquina

que eu estrangularei

algum dia em meio

a um vendaval

mui infernal de marfim


Quando eu morrer e for

para O Inferno

quero levar tu comigo

sua puta nojenta a ler-me

putinha desgraçada de Deus

putinha desgraçada do Diabo

ou putinha desgraçada

atéia


Quando eu morrer e for

para O Inferno

eu quero te levar junto com ela

seu puto nojento a ler-me

putinho desgraçado de Deus

putinho desgraçado do Diabo

ou putinho desgraçado

ateu


Quando eu morrer e for

para O Inferno

eu quero levar todo mundo

toda a Raça Humana

Raça de putos nojentos desgraçados

sem Deus

sem O Diabo

sem saber ser atéia de verdade


Quando eu morrer e for

para O Inferno

eu levarei crânios de

cada ser humano

em bandejas de ouro

e porei cada uma aos pés

dos Quatro Reis Coroados

Do Infenro


Quando eu morrer e for

para O Inferno

eu vou imperar dentro dos cus

de infinitas prostitutas

enquanto outros se elevarão

à mentira do Alto

do Falso Deus

cujo Cu é adorado


Quando eu morrer e for

para O Inferno

serei um Imperador

e Milton verá lá do Alto

que realmente melhor é

reinar entre Eternos Desgraçados

do que crer

em qualquer Paraíso Encontrável


Eu quero ir para

O Ingferno


Eu quero ir para

O Inferno


Eu quero ir para

O Inferno


Eu quero ir para

O Inferno


Eu quero ir para

O Inferno


Eu quero ir para

O Inferno


Eu quero ir para

O Inferno


Eu quero ir para

O Inferno


Eu quero ir para

O Inferno


Quando eu morrer e for para

O Inferno


Já morri e já estou

no Inferno


O meu

Inferno


Aqui dentro


Aqui em mim


Eu quero comigo te levar


Venha


Venha


Venha


Venha


Venha


Venha


Venha


Venha


Venha


Meu Inferno

quero te dar


Nosso Inferno

nos libertará


O Inferno

É A Grande Verdade

Da Cova

Ao Lado Do Abismo

E No Abismo

Que Aqui Te

Chama

E Que Aqui Está


Inominável Ser

MORTO

NO INFERNO

E TE QUERENDO

JUNTO COM ELE

NO INFERNO