sábado, 18 de setembro de 2010

Amores Noturnos Inomináveis - Os Amores Convocam - Cruz Amada Nas Trevas Amadas




Quando eu ainda acreditava

No Deus Único de vala

Desta Humanidade de nada

Pedia pedia muito muito

Pelo amor das humanas

Que me cercavam

Com as suas belezas de vacas


Pedia eu amor

E cuspes eu recebia


Pedia eu amor

E chutes eu recebia


Pedia eu amor

E vômitos eu recebia


Pedia eu amor

E tapas eu recebia


Pedia eu amor

E tiros eu recebia


Pedia eu amor

E vaias eu recebia


Pedia eu amor

E desprezo eu recebia


Pedia eu amor

E descaso eu recebia


Pedia eu amor

E preconceito eu recebia


Pedia eu amor

E rejeição eu recebia


Pedia eu amor

E empurrões eu recebia


Pedia eu amor

E e e e e...

Nada nada nada nada nada

Eu recebia

Eu recebia

Eu recebia

Eu recebia

Eu recebia

Eu recebia

Eu recebia

Eu recebia

Eu recebia

Eu recebia

Eu recebia...


Depois da última lágrima vertida

Por uma humana

Em Espírito vaguei por todos

Os Cemitérios Inomináveis

E encontrei-me com

Clara Da Cova


Depois daquela lágrima vertida

A última lágrima vertida

Por uma humana

Encontrei as minhas

Verdadeiras Amadas

Ao lado Daquela que é

Clara Da Cova


Em redor de uma cruz profanada

Pelo vômito do Diabo

E o mijo de Lilith

E onde pousaram um pouco

Do sangue de Jesus

Minhas Verdadeiras Amadas

Me receberam como o seu

Verdadeiro Amado


Não choro mais pelas humanas

Não quero mais desejar as humanas

Encontrei as minhas

Verdadeiras Amadas

As minhas

Verdadeiras Amadas Inomináveis


Não vou chorar diante da cruz

A Cruz Da Cova Inominável

Que Se Iguala A Todas

As Trevas Da Criação


Não choro diante Dela

Diante da Cruz

Pois profano toda cruz miserável

E dedico-me a carregar

A Cruz Adorável

A Cruz Da Cova Inominável


Elas que me amam

Elas que me compreendem

Elas que me acompanham

Nesta jornada demente

Neste mundo doente de doentes

Os doentes odiosos humanos

Dedicam-me suas Vozes

Dedicam-me suas Odes

Dedicam-se a serem

Minhas Guias

Por todas

As Covas Abismais Sombrias


Não me amem humanas

Eu não as quero mais!


Humanas não quero mais!


Diante Da Cruz Amada Nas Trevas Amadas

Rompo com o amor das humanas

Rompo com o amor pelas humanas

Amar humanas não mais!


Carreguemos A Cruz Da Cova

Clara Da Cova!


Carreguemos A Cruz Da Cova

Verdadeiras Amadas!


Amores Inomináveis

Amores Inomináveis

Amores Inomináveis

Amores Noturnos Inomináveis!


E que as humanas cavem as suas covas

Com humanos que sabem cavar covas

Que os desesperam mais

Por não serem encontráveis

Entre as Trevas a mais

Da Humanidade que a cada Idade

É menos capaz

De ser verdadeiramente humana


Pela Cruz Da Cova

Clara Da Cova!


Pela Cruz Da Cova

Verdadeiras Amadas!


Pela Cruz Da Cova!


Pela Cruz Da Cova!


Pela Cruz Da Cova!


Pela Cruz Da Cova

Pela Cruz Da Cova

Pela Cruz Da Cova

Avancemos Pelas Trevas

Avancemos Nas Trevas

Avancemos Com As Trevas

Pelas Auroras

Pelos Crepúsculos

Auroras Da Criação

Crepúsculos Da Criação

Clara Da Cova

Verdadeiras Amadas!


Inominável Ser

AMADO POR

CLARA DA COVA

AMADO PELAS MINHAS

VERDADEIRAS AMADAS







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