segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Amores Noturnos Inomináveis - Os Amores Convocam - Ilusões De Um Domingo Eterno Sem Lágrimas



Eu sou apenas um inominável menino mau
Que quando desencarnar quer ir
Para os Infernos Inomináveis
Trepar com as Deusas Infernais
E com todas As Inomináveis
E jogar The King Of Fighters
No Playstation
Com todos os Satanazes Inomináveis
E poetizar e filosofar
Com todos Os Inomináveis

Ela é apenas uma inominável menina má
Que desencarnada vai matando
Todos os domingos humanos
Porque não acredita no poder dos domingos
Domingos são criados entre os humanos
Como os dias mais felizes
Domingos para ela são apenas dias
De intenso moldar de ilusões

Para quem gosta de rotular
E de classificar
Nós somos maus
Muito maus
Apenas porque não vemos
O que vós
Humano e humana
Vêem como normal
Nos domingos
E além de todos os domingos

Somos maus para a Humanidade
Somos monstros para a Humanidade
Apenas porque rejeitamos a todos
Os nomes que vós tanto
Amais

Somos maus para os que vêem
A fileira dos sóis nos domingos de todos os dias
Iludidos que vêem o ilusório pomar
De jardins alegres em todos os cantos
Das inúteis estantes de livros
Das Leituras Diurnas

Tudo bem
Somos maus então
Somos monstros então
Para vós os que te exploram
Para vós os que te enganam
Com a porra da Política
Com a porra da Filosofia
Com a porra da Bíblia
Com as porras de todos os Livros Sagrados
Com as porras de todas as Religiões
São bons

Tudo bem
Eu e Ela
Como todos
Os Inomináveis
Sabemos que entre a Humanidade
Nunca seremos bons

E quando eu disse que somos bons?

E quando eu disse que somos maus?

Vós me julgais como um menino mau
Mas
Eu não nem bom
E nem mau

Vós julgais a todos os Inomináveis
Como maus
Mas todos nós
Não somos nem bons
E nem maus

Ela me conduz para fora
Do Domingo Eterno
Domingo Eterno Sem Lágrimas
Como se fosse possível evoluir
Sem os ensinamentos proporcionados
Por todas as lágrimas

Ela me conduz
Para A Floresta Das Lágrimas Mutáveis
Onde A Grande Noite Torna Tudo
Parte Do Mutável
As Mudanças são nas Trevas
No Sempre Início Das Trevas
As Luzes ficam sempre
Para o fim das festas

Vossos dias
Humanos
Não são nem nas Trevas
E nem nas Luzes

Vosso dias
Humanos
São nas ilusões
Da Deusa Maya
A Mãe Verdadeira Da Humanidade
Que se acha em domingos de
Eternas alegrias

Eterno é mentira
Tudo É Mutável

Eterna É A Mentira
A Humanidade Que Assim Caminha
Crendo Nas Falsas Doutrinas
Crendo Nas Falsas Palavras
Jamais Chegará
A Ser Plena

Vós sois maus
Seres humanos

Vós sois maus
Para vós mesmos

Já que gostam de rotular
Já que gostam de classificar
Eu vos digo sem o mínimo pestanejar
Que a Raça Humana é
Uma Raça De Imbecis
A Raça Mais Imbecil Da Criação

E eu sou mais um humano
E eu sou mais um imbecil
Por querer insistir em fazer
A todos vós pelo menos refletir
No perigo dominical diário
De se pensar em felicidade neste mundo
Quando há mendigos comendo lixo
Perto de vós
Crianças passando fome
Na África longe de vós
Mulheres iraquianas aprisionadas
Sendo por soldados ianques desgraçados
Estupradas muito mais longe de vós

Contudo
Tudo isso está perto daqueles
Que possuem Verdadeiras Almas
E podem receber todas as Dores Da Terra
E lutar contra Elas

Lutar como eu inominavelmente
Luto

Chamarão a quem de mau agora?

Não me chamem de bom
Seus imbecis

Inominável Ser
SEM ILUSÕES
EM UMA NOITE DE DOMINGO MUTÁVEL







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