terça-feira, 26 de outubro de 2010

Amores Noturnos Inomináveis - Os Amores Convocam - Sublime Inominável Revolta




Rasgados os ventres pútridos

Das vestes de mentiras ditas amigas nossas

Em tempos dedicados muito desleixados

Ao crer nas mesmices do populacho


Morreu ali na calçada da Rua Das Verdades

A nossa forma de querer saber de tudo que há

No querer de não-saber que nada há mesmo

Além da face interior nossa sem remendos


Ela sente a fama de vampira perigosa da turba

Que se enquadra na turma dos idiotas cegos

Que criam as modas cegas irritantes

Da vivência comum a todo instante


Ela sente o cheiro podre das morais sociais

E se nega a participar do Éter de seu longo

Inominável Ser que apenas eu posso ver

Da grande casa de prostituição que é a civilização


Prostitutas e michês são todos os países mundiais

Prostitutas baratas vendendo-se em prol da desigualdade

Michês batatos oferecendo-se em prol da seguridade

Da continuidade da exploração da Maldita Águia Da Escravidão


A Águia eu e Ela podemos ver sobrevoar

O Ocidente e o Oriente desta Terra de escravos dementes

Que se ajoelham perante toda forma de poder

Que são apenas fezes bem feitas para cheirarem bem


Eu e Ela combatemos a Águia

Cujas Asas batem pelos Ventos Obscuros Dos Abismos

Despertando alguns dos Antigos Deuses Malditos

Que apenas desejam a Danação Da Terra


Eu e Ela combatemos A Filha Da Águia

Que não é a pátria denominada Estados Unidos Da América

E a própria Águia não é a escravizadora pátria denominada

Estados Unidos Da América


A Águia É A Desumanidade Dominando A Terra

A Filha Da Águia É A Aceitação Do Desumano

E a nossa revolta é sublime porque não somos como muitos de vós

A erguerem os braços para Elas pousarem


Não precisamos do mesmo do mundo ridículo

Não queremos um Nike um Adidas um Armani uma Ferrari

Um Ford um Rolex um multiplex um diamante

Um casaco de peles toda submissão toda falta de razão


Não precisamos das vozes da sociedade de fezes

Não precisamos das letras da sociedade de fezes

Somos Leões Das Trevas Inomináveis

A Leoa que me acompanha é feroz guerreira


Não precisamos de nada das fezes sociais

Nos sentamos em Outras Escadarias

Escadarias além das humanas escadarias

Escadarias por onde Seres Melhores Ascendem Até Lá


Sentados um pouco ficamos nos enojando

À visão do crescimento das fezes que chamam

De civilização contemporânea

Civilização fedida civilização fodida


Nos erguemos para mostrar que A Águia não é Mãe

Nos erguemos para matar A Filha Da Águia

Somos da Horda Dos Diferentes

Somos portanto O Outro Fio Da Navalha


Se vós ainda dormis e acordais envoltos nas fezes

De uma civilização moldada toda em fezes

Sugerimos sublime inominável revolta

Como remédio caso abram vossos olhos


Eu e Ela somos Sublimes Inomináveis Revoltados

Melhor do que ser como muitos pelos Estados

Humildes nomeáveis perdedores e fracassados

Um misto de vermes em meio a infinidades de fezes


Revoltem-se ou continuem escravizados

O problema é todo vosso

As fezes escravizadoras são todas vossas

Eu e Ela há muito nos limpamos das nossas


Inominável Ser

SUBLIME INOMINÁVEL REVOLTADO

BEM LIMPO






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