quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Amores Noturnos Inomináveis - Os Amores Convocam - Indústrias Da Fascinante Ascensão


Apenas confusão...


Apenas sonora confusão...


Não é apenas isso,

Minha Companheira Inominável

De Indústrias Inomináveis?


Anima Mundi

Não é uma mera piada

Cheia dos escarros e dos vômitos

De todos os filósofos

Que Dela falaram?


Fascinante...


O Fascinante:

Quem conhece,

Amiga?


O Fascinante:

Quem consegue Ver,

Irmã?


O Fascinante:

Quem consegue pegar,

Amante?


Ascensão...


Ascensão:

Quem Ascende desta lama humana,

Amiga?


Ascensão:

Quem é O Valente Dos Valentes da lama a Ascender,

Irmã?


Ascensão:

Quem aqui da lama foi Rugir no Alto após Ascender,

Amante?


O Rufião Da Faca

Corta sinuosa cara

De mundano assoalho...


A faca industrialmente

É a do corte dos gastos,

Fora ao ceder ao gastar!


Gastamos,

Amiga,

Irmã,

Amante,

Nossa pobreza toda

De empregados não-empregados

Do Inominável

Em tentar alojar

As melhores mãos

Para as Indústrias...


Arriscamos perder mais

Da nossa pobreza toda,

Arriscamos podendo fazer

Com que nossa industrial façanha

De angariar melhores mãos

Nos torne mendigos sem cama...


Arriscamos,

Riscamos os fósforos,

As Indústrias continuam funcionando,

O Malandro saiu da sala silvestre,

A Malandra é uma decidida pilantra

Que se esconde entre as

Peças mais utilizadas,

O Belo está se fazendo de

Paralisado entre os pequenos espantos,

O Sublime é a nossa condição

De horrorosos industriais

De Indústrias de muito pouco seguidores

Neste mundo industrial...


Saibas,

Amiga,

Irmã,

Amante,

Trabalho bem,

Com a sede dos desgraçados,

Com a fome dos miseráveis,

Com a dor dos malditos,

Industrilamente vigilantes

Em minha carne.


Saibas,

Amiga,

Irmã,

Amante,

Que tu trabalhas bem,

Com a sede das desgraçada,

Com a fome das miseráveis,

Com a dor das malditas,

Industrialmente vilãs

De sua Essência Descarnada.


Saibas que temos que fazer

Muitas Máquinas ainda...


Ah,

Que tolo desgraçado,

Que tolo miserável,

Que tolo maldito,

Já Sei que tu Sabes

De todas as Máquinas

Que vamos construir!


Não se fecharão as Indústrias...


O Fascinante podemos...


Podemos...


A Ascensão podemos...


Podemos...


Me calar?


Agora me calar?


Sim,

Tu pedes que eu me cale,

A turba cega já está

Avançando contra as Indústrias,

A Turma Errada está avançando...


Cansados das Indústrias

Estamos?


Não,

Não estamos senão melhores

A cada peça que move

Uma vitória na Imobilidade

De uma Terra Desumana

De Imóveis Seres

Que se deliciam

Com o filme do Homem-Aranha

E se esquecem de que estão

Na Teia Da Aranha Da Desunião.


Mais martelos,

Mais parafusos,

Amiga,

Irmã,

Amante!


Trabalhemos nas Indústrias!


Trabalhemos pelas Indústrias!


Nós nunca paramos

Para assistirmos a jogos

De fúteis boys

E sofríveis girls.


Inominável Ser

INDUSTRIALMENTE CONSTRUINDO

ININTERRUPTAMENTE

MÁQUINAS COM ELA







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