sexta-feira, 8 de julho de 2016

Leah Sublime - Aleister Crowley - Tradução: Frater S.R.





Alostrael aka Leah Hirsig







Leah Sublime,


Goddess above me!


Snake of the slime


Alostrael, love me!


Our master, the Devil,


Prospers the revel.


Tread with your foot


My heart til it hurt!


Tread on it, put


The smear of your dirt


On my love, on my shame


Scribble your name!


Straddle your Beast


My Masterful Bitch


With the thighs of you greased


With the Sweat of your Itch!


Spit on me, scarlet


Mouth of my harlot!


Now from your wide


Raw cunt, the abyss,


Spend spouting the tide


Of your sizzling piss


In my mouth; oh my Whore


Let it pour, let it pour!


You stale like a mare


And fart as you stale;


Through straggled wet hair


You spout like a whale.


Splash the manure


And piss from the sewer.


Down to me quick


With your tooth on my lip


And your hand on my prick


With feverish grip


My life as it drinks—


How your breath stinks!


Your hand, oh unclean


Your hand that has wasted


Your love, in obscene


Black masses, that tasted


Your soul, it’s your hand!


Feel my prick stand!


Your life times from lewd


Little girl, to mature


Worn whore that has chewed


Your own pile of manure.


Your hand was the key to—


And now your frig me, too!


Rub all the much


Of your cunt on me, Leah


Cunt, let me suck


All your glued gonorrhea!


Cunt without end!


Amen! til you spend!


Cunt! you have harboured


All dirt and disease


In your slimy unbarbered


Loose hole, with its cheese


And its monthlies, and pox


You chewer of cocks!


Cunt, you have sucked


Up pricks, you squirted


Out foetuses, fucked


Til bastards you blurted


Out into space—


Spend on my face!


Rub all your gleet away!


Envenom the arrow.


May your pox eat away


Me to the marrow.


Cunt you have got me;


I love you to rot me!


Spend again, lash me!


Leah, one spasm


Scream to splash me.


Slime of the chasm


Choke me with spilth


Of your sow-belly’s filth.


Stab your demonical


Smile to my brain!


Soak me in cognac


Cunt and cocaine;


Sprawl on me! Sit


On my mouth, Leah, shit!


Shit on me, slut!


Creamy the curds


That drip from your gut!


Greasy the turds!


Dribble your dung


On the tip of my tongue!


Churn on me, Leah!


Twist on your thighs!


Smear diarrhoea


Into my eyes!


Splutter out shit


From the bottemless pit.


Turn to me, chew it


With me, Leah, whore!


Vomit it, spew it


And lick it once more.


We can make lust


Drunk on disgust.


Splay out your gut,


Your ass hole, my lover!


You buggering slut,


I know where to shove her!


There she goes, plumb


Up the foul Bitch’s bum!


Sackful of skin


And bone, as I speak


I’ll bugger your grin


Into a shriek.


Bugger you, slut


Bugger your gut!


Wriggle, you hog!


Wrench at the pin!


Wrench at it, drag


It half out, suck it in!


Scream, you hog dirt, you!


I want it to hurt you!


Beast-Lioness, squirt


From your Cocksucker’s hole!


Belch out the dirt


From your Syphillis soul.


Splutter foul words


Through your supper of turds!


May the Devil our lord, your


Soul scribble over


With sayings of ordure!


Call me your lover!


Slave of the gut


Of the arse of a slut!


Call me your sewer


Of spilth and snot


Your fart-sniffer, chewer


Of the shit in your slot.


Call me that as you rave


In the rape of your slave.


Fuck! Shit! Let me come


Alostrael—Fuck!


I’ve spent in your bum.


Shit! Give me the muck


From my whore’s arse, slick


Dirt of my prick!


Eat it, you sow!


I’m your dog, fuck, shit!


Swallow it now!


Rest for a bit!


Satan, you gave


A crown to a slave.


I am your fate, on


Your belly, above you.


I swear it by Satan


Leah, I love you.


I’m going insane


Do it again!







Alostrael 







Leah Sublime,


Deusa sobre mim!


Serpente do lodo,


Alostrael, me ame!


Nosso mestre, o Diabo,


Prospera a alegria.


Pisoteie com seu pé o


Meu coração até que ele doa!


Pise sobre ele, ponha


A mancha de sua sujeira


No meu amor, na minha vergonha


Rabisque o seu nome!


Monte sua Besta,


Minha Puta Mestre,


Com as suas coxas untadas


Com o Suor de sua Coceira!


Cuspa em mim, boca


Escarlate de minha puta!


Agora de sua grande


Buceta esfolada, o abismo,


Goze jorrando a maré


Do seu mijo fervente


Na minha boca, ó minha Puta,


Deixe verter, deixe derramar!


Você mija como uma égua


E peida enquanto mija;


Pelos esparsos pentelhos molhados


Você esguicha como uma baleia.


Respinga o estrume


E o mijo do esgoto.


Deite-se rápido para mim,


Com seus dentes nos meus lábios


E sua mão no meu pau


Com punho febril.


Minha vida enquanto bebe?


Como o seu hálito fede!


Sua mão, ó imunda,


A mão que desperdiçou


Seu amor, em obscenas


Missas negras, que provaram


Sua alma, é a sua mão!


Sinta o meu pau duro!


Seu tempo de vida, de menina


Libertina, a puta acabada


E madura que ruminou


Sua própria pilha de esterco.


Sua mão foi a chave para isso,


E agora ela também me masturba!


Esfregue todo o muco


De sua buceta em mim, Leah


Vadia, deixe-me chupar


Toda a sua gonorreia grudada!


Buceta sem fim!


Amém! até você gozar!


Puta! você abrigou


Toda a sujeira e as doenças


Em seu viscoso e acolhedor


Buraco frouxo, com seus corrimentos


E suas menstruações, e sífilis,


Mastigadora de pintos!


Puta, você sugou


Picas para dentro, você esguichou


Fetos para fora, fodeu


Bastardos até que deixou escapar


Para o espaço?


Goze na minha cara!


Raspe fora toda a sua gonorreia!


Envenene a flecha.


Que a sua sífilis me devore


Até a medula.


Puta, você me pegou;


Eu amo que você me corrompa!


Goze de novo, me chicoteie!


Leah, um espasmo


Grita para me respingar.


Lodo do abismo,


Me engasgue com a imundície


Derramada da carne de seu umbigo.


Perfure com seu sorriso


Demoníaco o meu cérebro!


Me afogue em conhaque,


Buceta e cocaína;


Fique pelada em cima de mim! Sente


Na minha boca, Leah, cague!


Cague em mim, vagabunda!


Cremoso é o coalho


Que pinga do seu intestino!


Bosta suja!


Deixe cair aos poucos o seu esterco


Na ponta da minha língua!


Rebole em cima de mim, Leah!


Trance em suas coxas!


Suje de diarreia


Dentro dos meus olhos!


Crepite merda para


Fora do poço sem fundo.


Se vire para mim, mastigue


Comigo, Leah, puta!


Vomite, cuspa


E lamba mais uma vez.


Podemos deixar a luxúria


Bêbada de desgosto.


Arregace seu intestino para fora,


Do seu cu, minha amante!


Sua vadia sodomita,


Eu sei onde enfiar nela!


Lá vai ela, a prumo,


A asquerosa bunda da Cadela!


Saco de pele


E ossos, enquanto eu falo


Vou sodomizar o seu riso


Em um berro.


Comer o seu cu, vadia,


Meter no seu intestino!


Se sacuda, porca!


Gire no parafuso!


Gire, empurre


Pra fora, puxe pra dentro!


Grite, sua porca suja!


Eu quero que isso te machuque!


Besta-Leoa, esguiche


De seu buraco sugador de pintos!


Expila a sujeira


De sua alma de Sífilis.


Balbucie palavras sujas


Durante sua ceia de merda!


Que o Diabo o nosso senhor, sobre


Sua alma rabisque


Com dizeres de estrume!


Me chame de seu amante!


Escravo do intestino


Da bunda de uma puta!


Me chame de seu esgoto


De cuspe e ranho,


Seu cheirador de peidos, comedor


Da merda no seu buraco.


Me chame daquilo conforme você delira


No estupro de seu escravo.


Foda! Cague! Me deixa gozar,


Alostrael? Foda!


Eu gozei na sua bunda.


Cague! Me dê a podridão


Da bunda de minha puta, a


Sujeira lisa do meu pau!


Coma, sua porca!


Eu sou seu cão, foda, cague!


Agora engula!


Descanse um pouco!


Satanás, você deu


Uma coroa para um escravo.


Eu sou o seu destino, sobre


Seu ventre, acima de você.


Eu juro por Satanás,


Leah, eu te amo.


Eu estou ficando louco,


Faça de novo!





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