sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Theatres des Vampires - Carmilla



Her black shadow
At the foot of your bed
Her pure white dress
You can feel her on your breast
You can't stop her
In the coils of her sweet spell
You can feel her
She's so close to your heart

Every night
After tolling of last bell
Silent coming languid, graceful into a trance
You can't stop her
No, you can't talk, can't escape
No more whispers, no
No more sorrow no more pain

Carmilla, comes to me
Mircalla, I want you

Now I see you
At the foot of my bed
Your pure white dress
Is a one great scarlet stain
I can't stop you
In the coils of your sweet spell
I can feel you
You're so close to my heart

Every night
After tolling of last bell
Silent coming languid, graceful into a trance
You can't stop her
No, you can't talk, can't escape
No more whispers, no
No more sorrow no more pain

She comes to bring the sorrow
She is like a cold embrace
She murmurs words of madness
She comes to bring the death

Carmilla, comes to me
Oh, Mircalla, I want you scream
Oh, Carmilla, comes to me
Mircalla, I want you

"You are mine, you shall be mine", she says…
"Love will have its sacrifices."
"there's a coldness
Beyond her years
In her smiling endless melancholy,
The refusal to afford you the least ray of light"
You see her
Under the moon shadow,
Standing near the feet of your bed,
In her lacy white dress
Bathed, from her chin to her feet,
In one great scarlet stain.
She says again…
"there's no sacrifice without blood
Without blood"





A sombra negra dela
Ao pé da sua cama
O vestido branco e virginal dela
Você consegue senti-la em seu seio
Você não pode pará-la
Nas espirais do doce feitiço dela
Você consegue senti-la,
Ela está tão perto do seu coração

Todas as noites,
Após o último badalo do sino
O silêncio se aproxima lânguido, gracioso em um transe
Você não pode pará-la
Não, você não consegue falar, não consegue escapar
Sem mais sussurros, não
Sem mais sofrimento, sem mais dor

Carmilla, venha para mim
Mircalla, eu te desejo

Agora eu vejo você
Aos pés da minha cama
Seu branco e virginal vestido branco
É uma grande mancha vermelha
Eu não posso deter você
Nas espirais do seu doce feitiço
Eu posso senti-la,
Você está tão perto do meu coração

Todas as noites,
Após o último badalo do sino
O silêncio se aproxima lânguido, gracioso em um transe
Você não pode pará-la
Não, você não consegue falar, não consegue escapar
Sem mais sussurros, não
Sem mais sofrimento, sem mais dor

Ela vem trazendo o sofrimento
Ela é como um abraço frio
Ela murmura palavras sem sentido
Ela vem trazendo a morte

Carmilla, venha para mim
Oh, mircalla, eu quero seu lamento
Oh, carmilla, venha para mim
Mircalla, eu te desejo

"Você é meu, você deve ser meu", ela diz
"O amor terá seus sacrifícios."
"Há uma indiferença
Além dos anos dela,
Em seu sorriso, infinita melancolia,
A recusa em propiciar-lhe o menor raio de luz
Você a vê
Sob a sombra da lua,
Em pé, próximo ao pé da sua cama,
Em seu vestido de renda branca
Banhada, do queixo aos pés,
Em uma grande mancha vermelha.
Ela diz novamente:
"Não há sacrifício sem sangue.
Sem sangue"








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